sábado, 5 de fevereiro de 2022
A comunicação das "rádias" jacobinenses e a definição de suas pautas: Uma abordagem política.
quarta-feira, 3 de novembro de 2021
OBRAS ESTRUTURANTES MELHORAM O TRÂNSITO E A VIDA DAS PESSOAS EM JACOBINA
Após 10 meses de gestão municipal liderada pelo prefeito Tiago Dias e a instalação de uma usina de asfalto no município de Jacobina têm levado obras que repercutem em grande melhoria do piso da cidade. Muitas ruas que não foram preparadas para receber o tráfego pesado e intenso de veículos, fato que passou a existir após uma mudança realizada no fluxo do trânsito central desde o ano de 2012, quando passou a surgir vários problemas para o piso da cidade, ou seja, surgimento de buracos e afundamento de paralelos, haja vista que ruas antes não eram movimentadas e passaram a receber uma alta intensidade de veículos sem o devido estudo prévio.
Neste sentido, a gestão recém empossada tem realizado intervenções significativas na requalificação destas artérias e vias transversais essenciais para o fluxo de cargas e mercadorias no centro da cidade, inclusive avançando em locais que ultimamente não se imaginava a chegada de uma pavimentação asfáltica, como no caso de distritos da zona rural e pátios de instituições públicas.
sexta-feira, 23 de julho de 2021
JACOBINA E OS 141 ANOS DE “EMANCIPAÇÃO POLÍTICA”.
Resolvemos escrever essa breve reflexão para ponderar acerca das coisas que envolvem a chamada “emancipação de um cidade” e os respectivos interesses e representações que os grupos sociais fazem sobre esta condição.
No texto anterior, publicado no site Observatório de Jacobina, levantamos algumas considerações sobre a ruptura histórica que envolvia o processo político eleitoral no ano de 2020, naquele episódio, fizemos uma leitura dentro dos grupos políticos hegemônicos denominados Jacús e Carcarás. Deste modo, queremos retomar algumas coisas importantes que foram pontuadas de forma subjacente naquele texto.
Saudações Democrática, Dayvid Sena.
terça-feira, 19 de janeiro de 2021
A Virada Política de Jacobina e a estruturação de um Governo Híbrido.
É verdade que o povo jacobinense se surpreendeu com a chegada de uma liderança política jovem e estranha aos coronéis políticos locais, um ícone que construiu sua trajetória a partir da organização de associativismo rural, trabalho que lhe rendeu dois mandatos de vereador e o recém iniciado mandato de prefeito na cidade de Jacobina.
Entretanto, a coesão vitoriosa desta façanha não seria possível sem articulação de atores políticos de vários partidos e grupos sociais distintos, todos envolvidos por uma narrativa discursiva de confronto às práticas viciadas decorrentes do sistema político hegemônico. Neste sentido, o candidato pleiteante ao cargo de prefeito encampou uma série de discursos que ecoaram no imaginário social de modo persuasivo a maioria dos eleitores. Todavia, o sentimento de mudança nos rumos políticos de Jacobina também era um reflexo sintomático do cenário politico nacional, fato que foi bem aproveitado pelo grupo que orbitou a candidatura.
A caminhada política de Tiago Dias, agora prefeito, reflete uma postura de enfrentamento ao modelo de gestão pública instalado na maioria dos sertões nordestinos, onde uma figura populista, geralmente oriunda de família abastada, exercia o Poder com o apoio de um pequeno grupo que lhe prestou apoio financeiro para alçar o Poder. Desta forma, o prefeito Tiago Dias (PCdoB), até o dia da posse, conseguiu manter um formato historicamente distinto do que acabamos de citar. Decorrido o prazo de diplomação e assunção do cargo, inicia-se a composição de um novo governo, ao que parece, o foco na campanha eleitoral e sua operacionalização deixou algumas lacunas nos critérios que seriam seguidos num eventual resultado eleitoral vitoriosos, sobretudo por ser fruto de uma coligação formada por aproximadamente 9 legendas, destas, 5 com comissões diretivas ativas. Por este viés, o governo “Dias Melhores” teve seu início priorizando as composição dos cargos de secretariado onde o PP teve 2 cargos, 2 do Podemos, 1 do PSB, 1 do PL sendo os demais escolhidos dentro da alçada pessoal do prefeito eleito.
Um fato interessante neste contexto decorre da delegação para escolha de 2 secretários pelos segmentos sindicais da APLB e da CDL respectivamente defensores dos interesses dos docentes e dirigentes lojistas da cidade. Numa breve análise à luz do referencial teórico de Maingueneau que versa sobre o “Ethos Discursivo” ou seja, a imagem que o prefeito buscou passar com esse ato de delegação para as entidades sindicais foi de que seu governo teria espaço para uma participação democrática extrapartidária, ainda que estas instituições tivessem distintos posicionamentos políticos ideológicos, inclusive contraditórios quanto aos assuntos políticos de seu espectro originário. Por conseguinte, ressaltamos que trata-se da formação de um governo híbrido, exceto as nomeações que foram decorrentes da indicação sindical (Patronato e Professores), as demais nomeações foram ocorrendo em sua maioria por encaminhamentos pessoais de agentes políticos que controlavam os supracitados partidos, grande parte sem debates coletivos ou deliberações intra-partidária ampla e democráticas, talvez por isso, colheu-se resultados adversos como no caso da disputa pela presidência do Legislativo Municipal, estes fatos devem ser examinados pois temos uma tarefa histórica e não devemos comungar com um eventual governo baseado no “toma lá da cá”.
Portanto, surgem alguns questionamentos: Até que ponto um governo híbrido sem um programa comum ( Elaborado, Conhecido e Integrado por todas pastas da máquina pública) que defenda as pessoas e os trabalhadores (as) em risco social, uma agenda que de fato seja fruto de deliberações coletivas da sociedade, partidos e instituições que emergem dela, contemplando o que o candidato chamava de transparência e participação popular, pode se fortalecer para além da virtualização em redes sociais? Qual é a expectativa do governo sobre a conduta operacional da administração pública no que tange ao combate dos vícios enraizados historicamente no fazer administrativo da maioria das cidades? O ato recentemente publicado para contratação (inexigibilidade licitatória) de “advogados” é um ato legal, entretanto pode dar motivos para outras interpretações, concordam? Teriam essas evidências alguma semelhança com os modelos coronelista anteriores? Seria o aumento compulsório da TIP (Taxa de Iluminação Pública) um exemplo significativo de que agora “somos o Estado”? “Somos” mesmo, porém que sejamos um Estado mais humano e consideremos as circunstâncias da população em sua maioria, essa é a nossa singela expectativa. Sabe-se que os sinais dados pelas urnas de Jacobina exige uma compreensão ampla, sob pena de se manter os mesmos problemas alimentados nos últimos 30 anos, sendo que desta vez, não podemos maquiar com marketing, paixões ou idolatrias, deixemos isso de lado e façamos uma gestão qualitativa do erário.
Em conclusão, nossas inquietações são fruto de um olhar cidadão que percebe de forma desapegada e crítica o momento histórico que conquistamos, pois, não desejamos que os interesses individuais de figuras orbitantes do Poder possam atrapalhar as expectativas de uma sociedade que vive há mais de trinta anos num dualismo político vazio e talvez responsável, em parte, pelos mais perversos prejuízos econômicos, histórico-culturais e estruturais para nossa cidade, um pequeno recorte desta constatação, é o fato dos últimos 12 anos as pautas das rádios girarem em torno de “buracos na rua” e “lâmpadas em postes” dentre outra demandas elementares para uma cidade do porte de nossa querida Jacobina. Precisamos avançar, cabe a cada um de nós construir Dias Melhores de Verdade !!!
Saudações Democráticas,
Dayvid Sena
Vice-Presidente do PCdoB Eleito - Filiado desde 2004
domingo, 15 de novembro de 2020
A Morte dos Jacús e Carcarás - Uma Síntese da História Política de Jacobina.
Se você não for jacobinense pode está pensando que o título deste artigo versa sobre alguma ave exótica ou em extinção, entretanto, o quê iremos tratar aqui, aponta para o modo bipolarizado de fazer politica e ocupar o poder na cidade de Jacobina. Assim como muitos municípios baianos, o seu povo fora subjetivado pelo fantasma do Coronelismo durante décadas, contudo, esta arquitetura de poder, parece ter sofrido um deslocamento a partir do pleito eleitoral de 2020, pelo menos é o que pretendemos mostrar de forma metódica e linear neste texto.
No que tange aos aspectos históricos, Jacobina se tornou vila em 1722 vindo a ser cidade através da Lei Provincial nº 2049 de 1880, porém desde os início do século XX a cidade era conhecida pela influência e controle político exercido através do Coronel Francisco Rocha Pires, popularmente chamado de Chico Rocha. Somente por volta dos anos 70 houve a primeira ruptura contra a hegemonia de Chico Rocha, naquela época, um primo seu, o médico Fernando Daltro, ousou a desafiá-lo e concorreu ao cargo de prefeito, conseguindo vencer o conhecido e influente Coronel que reinava há quase 50 anos, nascia ali um novo grupo político denominado de Carcarás.
Sob a influência do grupo político dos Carcarás, a hegemonia política em Jacobina foi exercida por muito tempo, com poucas alternâncias, geralmente entre candidatos dos mesmo campo político. Ademais, após o fim da Ditadura Militar e a promulgação da Constituição de 1988 outros fenômenos políticos ocorreram na região, a emancipação de municípios e o advento de partidos políticos para a disputa democrática. Neste sentido, o grupo político que ora chamava-se Carcarás passou a ocupar espaços dentro do PMDB - Partido do Movimento Democrático Brasileiro e os demais atores ainda sob influência do legado político de Chico Rocha, organizaram suas fileiras na agremiação PFL - Partido da Frente Liberal contribuindo assim para a eclosão do grupo político que iria ser conhecido como os Jacús.
O estabelecimento dos Jacús e Carcarás em Jacobina se manteve por quase meio século, as estruturas de poder consolidadas por estes grupos se compuseram em sua maioria por médicos e agentes de seus hospitais, a prestação de serviço de saúde e o carisma de alguns destes profissionais da medicina/política fizeram com que os "doutores" representantes dos Jacús e dos Carcarás, comandassem o poder político desde os anos 80 até 2012 quando emergiu a primeira chapa com chances de peitar o reinado das "Aves". Um ponto importante que devemos observar, reside no modo como as classes que historicamente são mais valorizadas, refletem no imaginário social algum tipo de superioridade, conseguem se organizar para manter subjetivamente o exercício do poder, construindo durante todos esses anos uma espécie de dinastia onde o poder alternava somente entre os membros daqueles clubes ou grupos hegemônicos. Outro ponto marcante, aponta para a estrutura de 2 (dois) hospitais revestidos de natureza Fundacional, ou seja, sem fins lucrativos, serviam de plataforma para eleger os eventuais candidatos, salvo engano, nos últimos 30 anos os prefeitos eram oriundos destes nosocômios, seja como médico ou alguma atividade ligada à área da saúde dos supracitados hospitais.
Por outro lado, com advento da constituição de 1988, os municípios passaram a ter autonomia financeira e administrativa, recebendo diretamente em seus cofres recursos federais e estaduais referentes à partilha federativa - FPM, repasses estes que desde os anos 80 têm aumentado compulsoriamente. Neste sentido, a disputa das eleições no contexto municipal reflete não somente uma disputa democrática pelo interesse público mas uma forma de ter o controle da "chave do cofre" uma máquina de dinheiro, na qual a cada 4 (quatro) anos de mandato passa quase um bilhão de reais. É neste cenário, que os Jacús e Carcarás fincam-se no Poder Executivo em caráter longevo, sem ter preocupações com eventuais opositores, pois em Jacobina, até então, não se conhecia nenhuma forma de governo que estivesse fora do espectro dicotômico Jacús x Carcarás.
Após a chegada das forças progressistas conduzidas por Lula ao poder, uma série de políticas públicas foram desencadeadas repercutindo no fortalecimento da agricultura familiar, energia elétrica para lugares periféricos, fortalecimento dos conselho municipais, associativismo dentre outras ações que auxiliaram no surgimento de lideranças pelos rincões do Brasil. Nesta seara, um jovem, filho de agricultor familiar, encorajado a buscar soluções para os problemas que afetavam as comunidades rurais, se torna presidente de uma associação na região de Cachoeira dos Alves, a partir daquele instante, se iniciava uma saga responsável pela reconfiguração dos centros de poder na história de Jacobina, aquela associação outorgou suas demandas e anseios para um rapaz que atendia pelo nome de Tiago Dias.
Os Carcarás e Jacús sempre obtiveram êxito em projetar uma imagem de rivalidade e diferença dentro do arcabouço político de cada um deles, porém, sempre estiveram numa mesma dimensão de poder, o poder das classes dominantes. Foram algumas décadas de dominação e alternância do poder político canalizado para estes dois grupos de "farinha do mesmo saco". Contanto, a entrada no século XXI, fez emergir outros grupos políticos descolados, ainda que parcialmente, da estrutura de poder dualista dos Carcarás e Jacús.
No ano de 2012, um jacobinense vigoroso e combativo colaborou com a organização de lideranças e partidos que viriam ameaçar pela primeira vez os grupos dominantes, Amaury Teixeira era o nome dele, participou de 2 eleições subsequentes reunindo uma quantidade massiva de votos e contribuindo para a eclosão de novos ícones políticos. Durante aquele movimento de reorganização das forças políticas locais, Amaury concorreu pelo PT e teve seu vice José Amin Hassan indicado pelo PCdoB. Naquele contexto, durante um comício realizado na Cachoeira do Alves, Amaury percebeu e apoiou uma jovem liderança que havia recentemente adentrado nas fileiras do Partido Comunista do Brasil, a partir daquele momento, o potencial da incipiente liderança do campo iria mudar a história dos rumos políticos de Jacobina.
Conforme supracitado, após exercer seu mandato na Associação de Cachoeira dos Alves, o rapaz, Tiago Dias, percebe a necessidade de fortalecer o trabalho das associações e funda com alguns colaboradores a UARJA - decide filiar-se ao PCdoB, inicialmente recepcionado por Carlinhos da Caixa, recebeu as boas vindas e teve garantia de concorrer às eleições de 2012. Finalizada as eleições daquele pleito, Carlinhos e Tiago são eleitos ao Poder Legislativo, este como o segundo vereador mais votado do município. Ainda "verde" nos trâmites do legislativo, recebeu apoio do experiente Carlinhos da Caixa e do corpo diretivo do diretório municipal.
Quatro anos mais tarde, no pleito de 2016, o PCdoB teve 1.753 votos com Zé Amin representando o partido ao Executivo, mas o então vereador (Tiago Dias), mais maduro e consciente do processo político, decide concorrer a Reeleição, naquele momento já não fazia parte do PCdoB, pois por influência de seu padrinho político (Amaury Teixeira - PT) migrou para o PROS, onde voltaria a fazer história, quando se tornou o vereador mais votado de Jacobina com 1.262 votos, deixando vários candidatos da velha política no vácuo. Aquele resultado simbolizaria uma mudança de paradigma no posicionamento de parte da sociedade jacobinense, Tiago se estabeleceria como uma liderança enigmática, um jovem humilde, oriundo da zona rural, começava a desbancar velhos fazendeiros em seus feudos eleitorais.
Nos meados do ano de 2017, Tiago Dias decide retornar ao seu partido de origem - PCdoB - onde foi recebido com generosidade pelos seus camaradas. A proximidade das eleições estaduais e a necessidade de garantir espaço político, fez com que o diretório municipal busca-se apoio junto ao Deputado Daniel Almeida para lança-lo pré-candidato a Deputado Estadual, assim o vereador e suas bases iniciam uma robusta caminhada rumo à disputa estadual. Em 2018, após uma campanha marcada pela dedicação e modéstia do jovem camponês, Tiago alcança 14.921 votos, configurando a maior votação nos últimos 30 anos registradas no contexto de eleições estaduais na cidade.
Mas foi em 2020 que ocorreria a mais ousada guinada política de Jacobina, num cenário onde 3 candidaturas foram apresentadas para o Executivo Municipal, uma tendo na "cabeça" Mariana Oliveira, apoiada pelo Amaury Teixeira, ex-deputado federal e o candidato a prefeito mais votado na oposição aos Carcarás e Jacús, respectivamente em 2012 e 2016. Do outro lado, o atual prefeito do DEM, Luciano Pinheiro, representando o espectro político dos Jacús uma vez que era apoiado pelo Dr. Leopoldo, herdeiro e quadro remanescente do antigo PFL, exerceu o mandato de prefeito por duas vezes; além dele, outro velho conhecido da paróquia de Santo Antonio, Dr. Rui Macedo prefeito por duas vezes e herdeiro político de Carlito Daltro um Carcará original também fazia parte da base de apoio da chapa do DEM. Por fim, Tiago Dias, vereador por dois mandatos, suplente de Deputado Estadual e pleiteante pela primeira vez a cadeira de prefeito de Jacobina apoiado por vários segmentos sociais, inclusive pelo ex-prefeito Dr. Flavinho, Dr. Tuka e Manuela ( ex-vereadora pelo PCdoB em 2004 e candidata a Deputada estadual com 5.098 votos em 2006), respectivamente filho e neta, ambos da Família de outro ex-prefeito Dr. Manoel Ignácio Brandão Paes, médico-cirurgião com grandes serviços prestados em Jacobina e região.
Pois bem, a partir desta configuração, Tiago Dias foi eleito o primeiro prefeito negro e camponês de Jacobina - Bahia - Brasil com 19.207 votos, deste modo, no dia quinze de novembro de 2020, precisamente às 21:27hs ocorreu, talvez, o fim da mais longa história de perpetuação de poder político em uma cidade de médio porte. O cortejo durou décadas, mas foi exatamente hoje, o sepultamento de Jacús e Carcarás numa cova comum, todavia não esqueçamos que a sociedade é Cristã e pode ressuscitar defuntos.
Este texto é dedicado à vitória soberana do povo e à memória funerária da velha política representada por Jacús e Carcarás.
Saudações Democráticas!!!
Dayvid Sena.
terça-feira, 24 de abril de 2018
Impressa e Poder - Conferência na USP
Mollier vai abordar casos emblemáticos que envolveram relações entre imprensa e poder na França, como “o escândalo dos ‘empréstimos russos’, revelado em 1918, no qual a França enviou secretamente somas vultosas em apoio à manutenção do Império Russo”, o Caso Hanau, de 1928, “também conhecido como ‘escândalo da banqueira’, sobre o envolvimento de uma importante magnata da imprensa com jogatinas financeiras e a formação de cartéis” e o Caso Stavisky, de 1934, “que culminou em uma profunda crise político-econômica, em meio a escândalos no alto escalão da política e o assassinato misterioso do escroque Alexandre Stavisky, ‘o belo Sacha’”. A informação é da professora da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e colunista da Rádio USP Marisa Midori, que será a mediadora da conferência, em entrevista ao jornalista Mauro Belesa, do IEA.
Grifo nosso: Pode-se perceber que os relatos do estudioso francês têm muita coisa em comum com o que o país tem vivido nos últimos anos, sem a influência da imprensa e do monopolio da mesma o cenário seria mais equilibrado e menos vulnerável.
Fonte: jornalggn.com.br





