quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

JACOBINA, ESGOTO A CÉU: UMA REALIDADE HISTÓRICA !!!

Estivemos hoje na rua do triângulo registrando o esgoto a céu aberto e o mato que cresce sem parar juntamente com o acúmulo do lixo e animais causando sérios transtornos aos moradores do Peru e do Loteamento Elvira Pires. Recentemente o dono da Secretaria de Obras afirmou na rádio Jacobina FM que não iria providenciar o lajeamento deste canal pois se tratava de um canal de águas pluviais, assim não traria nenhum risco a saúde dos moradores nem poluição visual aos transeuntes que ali passam todos os sábados para fazer sua feira.
O fato pitoresco é que o ex-prefeito de Jacobina e o dono da secretaria moram logo ao lado desta fedentina, mesmo assim, o primeiro passou os últimos 4 anos e nada fez para melhorar a situação , por outro lado, o último tem a insensibilidade de fazer vistas grossas e de ecoar nos meios de comunicação que trata-se de um canal "pluvial" ou seja, água limpa proveniente de chuvas, quase potável ??!!
Os moradores dos bairros do Peru e do loteamento Elvira Pires que já fizeram encaminhamento oficial à Secretaria de Obras e esperam ansiosos que o nosso prefeito faça alguma intervenção para resolver este problema, verificando também a possibilidade de otimizar o espaço que fica ao lado do "Elefante Branco"  ( Centro de Apoio Psicopedagógico - iniciado no final Governo da Transformação), com uma praça para crianças brincarem e se socializarem com segurança, haja vista que Jacobina possui um déficit histórico quando assunto é espaço de lazer nos bairros centrais. 

Saudações !!!

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

A Justiça de nosso país e a manipulação da informação !!! Feliz 2014 !!!

domingo, 12 de janeiro de 2014

Gilmar Mendes: perguntas e respostas

Fonte: Do blog Diário do Centro do Mundo:

E eis que o ministro Gilmar Mendes está de novo nas primeiras páginas - como de hábito, em situação desfavorável.

Mendes é uma das estrelas do livro Operação Banqueiro, do jornalista Rubens Valente, lançado neste final de semana.

Nele, Valente mostra como Daniel Dantas, um banqueiro de atuação obscura, recebeu a proteção de Mendes no STF.

Meses atrás, Mendes se destacara na mídia digital - sempre negativamente - depois de conceder habeas corpus para uma funcionária da Receita Federal que tentou sumir com a documentação relativa a uma dívida multimilionária da Globo com o fisco.

Sua atuação política foi sublinhada, involuntariamente, num perfil laudatório escrito, alguns anos atrás, pela jornalista Eliane Cantanhede para uma revista da Folha. No texto, Cantanhede informou – provavelmente sem se dar conta do absurdo do que escrevia – que Mendes é “tucano demais”.

Para ajudar os leitores do Diário a se situarem, montamos um grupo de perguntas e respostas sobre Gilmar.

Quem indicou Gilmar Mendes para o STF?
Fernando Henrique Cardoso.

Como a indicação de Gilmar Mendes para o STF foi recebida por juristas ilibados?
No dia 8 de maio de 2002, a Folha de S. Paulo publicou um artigo do professor Dalmo Dallari, a propósito da indicação de Gilmar Mendes para o Supremo Tribunal Federal, sob o título de Degradação do Judiciário.

Qual era o ponto de Dallari?
“Se essa indicação vier a ser aprovada pelo Senado”, afirmou Dallari, “não há exagero em afirmar que estarão correndo sério risco a proteção dos direitos no Brasil, o combate à corrupção e a própria normalidade constitucional.”

Por quê?
Gilmar, segundo Dallari, especializou-se em “inventar” soluções jurídicas no interesse do governo. “Ele foi assessor muito próximo do ex-presidente Collor, que nunca se notabilizou pelo respeito ao direito”, escreveu Dallari. ”No governo Fernando Henrique, o mesmo Gilmar Mendes, que pertence ao Ministério Público da União, aparece assessorando o ministro da Justiça Nelson Jobim, na tentativa de anular a demarcação de áreas indígenas. Alegando inconstitucionalidade, duas vezes negada pelo STF, “inventaram” uma tese jurídica, que serviu de base para um decreto do presidente Fernando Henrique revogando o decreto em que se baseavam as demarcações. Mais recentemente, o advogado-geral da União, derrotado no Judiciário em outro caso, recomendou aos órgãos da administração que não cumprissem decisões judiciais.”.

Como Gilmar, no cargo de advogado- geral da União, definiu o judiciário brasileiro depois de suas derrotas judiciais?
Ele fez uma afirmação textual segundo a qual o sistema judiciário brasileiro é um “manicômio judiciário”.

Como os juízes responderam a isso?
Em artigo publicado no “Informe”, veículo de divulgação do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, um juiz observou que “não são decisões injustas que causam a irritação, a iracúndia, a irritabilidade do advogado-geral da União, mas as decisões contrárias às medidas do Poder Executivo”.

Havia alguma questão ética contra Gilmar quando FHC o indicou?
Sim. Em abril de 2002, a revista “Época” informou que a chefia da Advocacia Geral da União, isto é, Gilmar, pagara R$ 32.400 ao Instituto Brasiliense de Direito Público – do qual o mesmo Gilmar é um dos proprietários – para que seus subordinados lá fizessem cursos.

O que Dallari disse desse caso?
“Isso é contrário à ética e à probidade administrativa, estando muito longe de se enquadrar na “reputação ilibada”, exigida pelo artigo 101 da Constituição, para que alguém integre o Supremo”, afirmou Dallari.

Em outros países a indicação de juízes para o STF é mais rigorosa?
Sim. Nos Estados Unidos, por exemplo, um grande jurista conservador, Robert Bork, indicado por Reagan, em 1987, foi rejeitado (58 votos a 42), depois de ampla discussão pública.

Como o Senado americano tratou Bork?
Defensor declarado dos trustes, Bork foi arrasado pelo senador Edward Kennedy A América de Bork – disse Kennedy – será aquela em que a polícia arrombará as portas dos cidadãos à meia-noite, os escritores e artistas serão censurados, os negros atendidos em balcões separados e a teoria da evolução proscrita das escolas.

O caso foi tão emblemático que to bork passou a ser verbo. Mais tarde, em outubro de 1991, o juiz Clarence Thomas por pouco não foi rejeitado, por sua conduta pessoal. Aos 43 anos, ele foi acusado de assédio sexual – mas os senadores, embora com pequena margem a favor (52 votos a 48), o aprovaram, sob o argumento de que seu comportamento não o impedia de julgar com equidade.

Na forte campanha contra sua indicação as associações femininas se destacaram. E o verbo “borquear” foi usado por Florynce Kennedy, com a sua palavra de ordem “we’re going to bork him”.

Já no Supremo, Gilmar continuou a agir contra os interesses dos índios, como fizera antes?
Sim. Em 2009, o governo cedeu aos guaranis-caiovás a terra que eles ocupavam então. Em 2010, o STF, então presidido por Gilmar Mendes, suspendeu o ato do governo, em favor de quatro fazendas que reivindicam a terra.

A mídia tem cumprido seu papel de investigar Gilmar?
Não, com exceção da Carta Capital. Na edição de 8 de outubro de 2008, a revista revelou a ligação societária entre o então presidente do Supremo Tribunal Federal e o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP).

O que é o IDP?
É uma escola de cursinhos de direito cujo prédio foi construído com dinheiro do Banco do Brasil sobre um terreno, localizado em área nobre de Brasília, praticamente doado (80% de desconto) a Mendes pelo ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz.

O que a Carta Capital revelou sobre o IDP?
O autor da reportagem, Leandro Fortes, revelou que o IDP, à época da matéria, fechara 2,4 milhões em contratos sem licitação com órgãos federais, tribunais e entidades da magistratura, “ volume de dinheiro que havia sido sensivelmente turbinado depois da ida de Mendes para o STF, por indicação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso”.

Quem dava aulas no IDP, segundo a Carta Capital?
O corpo docente do IDP era formado, basicamente, por ministros de Estado e de tribunais superiores, desembargadores e advogados com interesses diretos em processos no Supremo. “Isso, por si só, já era passível de uma investigação jornalística decente”, escreveu em seu blog o autor da reportagem. “O que, aliás, foi feito pela Carta Capital quando toda a imprensa restante, ou se calava, ou fazia as vontades do ministro em questão.”

O jornalista deu algum exemplo?
Sim. Na época da Operação Satiagraha, dois habeas corpus foram concedidos por Mendes ao banqueiro Daniel Dantas, em menos de 48 horas. Em seguida, conforme Leandro Fortes, “a mídia encampou a farsa do grampo sem áudio, publicado pela revista Veja, que serviu para afastar da Agência Brasileira de Inteligência o delegado Paulo Lacerda, com o auxílio do ministro da Defesa, Nelson Jobim, autor de uma falsa denúncia sobre existência de equipamentos secretos de escuta telefônica que teriam sido adquiridos pela Abin”.

Como Gilmar reagiu às denúncias?
A Carta Capital e o repórter, por revelarem as atividades comerciais paralelas de Gilmar Mendes, acabaram processados pelo ministro.

Mendes acusou a reportagem de lhe “denegrir a imagem” e “macular sua credibilidade”. Alegou, ainda, que a leitura da reportagem atacava não somente a ele, mas serviria, ainda, para “desestimular alunos e entidades que buscam seu ensino”.

Como a justiça se manifestou sobre o processo?
Em 26 de novembro de 2010, a juíza Adriana Sachsida Garcia, do Tribunal de Justiça de São Paulo, julgou improcedente a ação de Gilmar Mendes e extinguiu o processo.

O que ela disse?
“As informações divulgadas são verídicas, de notório interesse público e escritas com estrito animus narrandi. A matéria publicada apenas suscita o debate sob o enfoque da ética, em relação à situação narrada pelo jornalista. (…) A população tem o direito de ser informada de forma completa e correta. (…) A documentação trazida com a defesa revela que a situação exposta é verídica; o que, aliás, não foi negado pelo autor.”

É verdade que Ayres Brito, que prefaciou o livro de Merval Pereira sobre o Mensalão, proferiu aula magna no IDP?
Sim.

Procede a informação de que, em pleno Mensalão, Gilmar foi ao lançamento de um livro de Reinaldo Azevedo em que os réus eram tratados como “petralhas”?
Sim.

E agora, como entender a crise entre o Supremo Tribunal Federal e o Congresso?
Nas palavras do colunista Janio de Freitas, esta crise “não está longe de um espetáculo de circo, daqueles movidos pelos tombos patéticos e tapas barulhentos encenados por Piolim e Carequinha. É nesse reino que está a “crise”, na qual quase nada é verdadeiro, embora tudo produza um efeito enorme na grande arquibancada chamada país”.

É verdade que o Congresso aprovou um projeto que submete decisões do Supremo ao Legislativo?
Não. A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, como explicou Janio de Freitas, nem sequer discutiu o teor do projeto que propõe a apreciação de determinadas decisões do STF pelo Congresso. “A CCJ apenas examinou, como é de sua função, a chamada admissibilidade do projeto, ou seja, se é admissível que seja discutido em comissões e eventualmente levado a plenário”, explicou Jânio. “A CCJ considerou que sim. E nenhum outro passo o projeto deu.”

E qual foi a atitude de Gilmar neste caso?
Ele afirmou que os parlamentares “rasgaram a Constituição”. Isso só é equiparável, segundo Jânio, à afirmação de Gilmar de que “o Brasil estava sob “estado policial”, quando, no governo Lula, o mesmo ministro denunciou a existência de gravação do seu telefone, jamais exibida ou comprovada pelo próprio ou pela investigação policial”.

É verdade que a mulher de Gilmar Mendes trabalha no escritório de advocacia que defende Daniel Dantas?
Sim. É o escritório de Sérgio Bermudes, no Rio de Janeiro.

Isto configura um conflito de interesses, já que o STF pode julgar causas do escritório de Bermudes?
Sim.

E não acontece nada para coibir esse conflito?
Não.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Deputado Daniel ratifica apoio junto ao Ministério do PCdoB e consegue conquista inédita para Jacobina !!!!

O ministro Aldo Rebelo anunciou na tarde desta terça-feira (10) os municípios contemplados com os CIEs. O deputado Daniel participou da solenidade e comemorou as indicações.
Ascom Daniel
Daniel, o prefeito Isaac Carvalho, de Juazeiro e o ministro do Esporte Aldo Rebelo
Os Centros de Iniciação Esportiva (CIEs) serão construídos em Simões Filho, Alagoinhas, Barreiras, Camaçari, Eunápolis, Feira de Santana, Guanambi, Ilhéus, Itabuna, Jacobina, Jequié, Juazeiro, Lauro de Freitas, Paulo Afonso, Porto Seguro, Serrinha. Além de Salvador, que receberá quatro unidades.

Os CIEs são unidades de treinamento de esportes de alto rendimento. É o
maior projeto de legado de infraestrutura esportiva dos Jogos Olímpicos e Jogos Paraolímpicos do Rio 2016 – um investimento que alcança R$ 967 milhões do Orçamento Geral da União.

Em todo o Brasil, 263 cidades foram selecionadas em todos os 27 estados brasileiros. O anúncio foi feito em Brasília, pelo ministro do Esporte, Aldo Rebelo. O deputado Daniel Almeida participou da solenidade e comemorou o resultado.

"Temos municípios como Juazeiro, Guanambi e Jacobina, que representam regiões importantes da Bahia. São municípios pólos, com grande número de jovens, ansiosos por este tipo de investimento na promoção do esporte, como uma alternativa de promoção da cidadania", afirmou Daniel. "Além, é claro, de Salvador, que receberá quatro unidades dos CIEs", destacou. Daniel exerceu um papel fundamental para a escolha das cidades baianas.

Os CIEs são equipamentos multiuso voltados para identificação de talentos e formação de atletas; ampliação da oferta de instalações esportivas públicas com requisitos oficiais; incentivo à prática esportiva em territórios de alta vulnerabilidade social; e estímulo ao desenvolvimento da base do esporte de alto rendimento nacional.

Além de arenas multiuso, o fundamental dos três modelos de CIEs é que estão padronizados e em acordo com as atuais necessidades, com dimensões oficiais que comportam 13 modalidades olímpicas (atletismo, basquete, boxe, handebol, judô, lutas, tênis de mesa, taekwondo, vôlei, esgrima, ginástica rítmica, badminton e levantamento de peso), seis paraolímpicas (esgrima de cadeira de rodas, judô, halterofilismo, tênis de mesa, vôlei sentado e goalball) e uma não-olímpica (futsal).

Os municípios contemplados têm até 28 de fevereiro para contratar as adequações dos projetos ao terreno escolhido e até 28 de abril para fazer as sondagens de terreno e as adequações de projeto. Depois, até 180 dias após a contratação para iniciar obras.
Por: Karlo Dias

FONTE: www.daniel.org.br

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

PROGRAMAÇÃO “16 DIAS DE ATIVISMO PELO FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES"





PROGRAMAÇÃO “16 DIAS DE ATIVISMO”
Realização:  SEC/DIREC 16/UNEB-Campus IV



DATA / HORÁRIO
LOCAL
AÇÃO
02/12/2013 / 19:30h
ABERTURA – Auditório do COMUJA.

Mediador:  Prof. Dayvid Sena.

Prof. Fredson Timbira – UNEB.
Capitã Virginia Bacelar – Comandante do 2º Batalhão de Polícia BPRv.
Debóra Borges – Bel. Ciências Politicas e Secretaria de Assist. Social de Jacobina.
Mesa Redonda: Abordagem sócia histórica do movimento internacional dos Direitos Humanos e de Defesa da Mulher bem como os seus desdobramentos no Brasil. Ordenamento Jurídico no Brasil (Lei Maria da Penha) – MP – Ministério Publica do Estado da Bahia – OAB – Movimento de Mulheres de Jacobina – Secretaria de Assistência Social de Jacobina – Secretaria de Educação de Jacobina Público Alvo – Aberto à sociedade organizada.
03/12/2013 / 19h
C.E.D.B.C – Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro – Sala de Multimídia.
Palestra sobre o valor da família e a violência doméstica. (Vicente e Tati) –  Pastoral da Família – Miguel Calmon). – Pais dos alunos
03/12/2013 / 14h
Colégio Modelo - Auditório
Palestra com Policiais Femininas –   Polícia Militar.
04/12/2013 / 14 h
PANFLETAGEM – Calçadão de Jacobina - Centro.
Mobilização: Membros do NUPAIP e Professores da Rede.
04/12/2013 / 19:30 h
UNEB - CAMPUS IV – Auditório – Mediadora – Profª Claudia Andrade.

(Exposição de Telas: Cícero Matos)

Mesa Redonda – Onília Lopes, Maria José, Marlene Lages e Katia Souza (Movimento de Mulheres de Jacobina). Publico Alvo – Alunos da Rede
05/12/2013 / 19:30 h
UNEB - CAMPUS  IV – Auditório

Profa. Ana Lúcia e colaboradores da SUDEB.
Profa. Alexandra Amorim – UNEB – Campus IV.
Roda de Conversa: Encerramento - com Professores da UNEB Campos IV – Reflexão sobre os resultados das participações e os caminhos a serem percorridos para a construção de uma sociedade mais acolhedora e menos violenta - Público Alvo – Discentes da UNEB / Secundaristas e Sociedade Organizada.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Raimundo Nonato "Bobô" vistoria obras em Jacobina






O superintendente da SUDESB esteve hoje no estádio José Rocha em Jacobina para verificar o andamento da reforma no valor de R$ 226.000,00 realizada em parceria com a Prefeitura de Jacobina. Durante a visita, Bobô usou da sua diplomacia para levantar alguns  questionamentos  sobre os motivos do atraso na conclusão da obra haja vista que a SUDESB já havia repassado o montante dos recursos para a empresa que realiza o serviço, e,  até o presente momento, ainda não houve a prestação de contas plena. Importante pontuar que esta reforma ocorre sob supervisão da Prefeitura (Secretaria de Obras)  e da sociedade desportista de Jacobina, houve ainda algumas colocações sobre a qualidade dos serviços realizados " quando o fiscal chegar aqui ele vai pedir para refazer esta pintura" assinalou o superintendente.
Embora os recursos sejam limitados, sabemos que quando se aplica os recursos com critérios qualitativos, com certeza,  consegue-se fazer um trabalho diferenciado,  mas pelo que parece a obra está deixando muito a desejar, caso haja dúvidas???? basta passar no estádio e conferir.

Saudações,

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Carta Aberta - José Dirceu - Construtor da Democracia

 

 

CARTA ABERTA AO POVO BRASILEIRO

O julgamento da AP 470 caminha para o fim como começou: inovando – e violando – garantias individuais asseguradas pela Constituição e pela Convenção Americana dos Direitos Humanos, da qual o Brasil é signatário.
A Suprema Corte do meu país mandou fatiar o cumprimento das penas. O julgamento começou sob o signo da exceção e assim permanece. No início, não desmembraram o processo para a primeira instância, violando o direito ao duplo grau de jurisdição, garantia expressa no artigo 8 do Pacto de San Jose. Ficamos nós, os réus, com um suposto foro privilegiado, direito que eu não tinha, o que fez do caso um julgamento de exceção e político.
Como sempre, vou cumprir o que manda a Constituição e a lei, mas não sem protestar e denunciar o caráter injusto da condenação que recebi. A pior das injustiças é aquela cometida pela própria Justiça.
É público e consta dos autos que fui condenado sem provas. Sou inocente e fui apenado a 10 anos e 10 meses por corrupção ativa e formação de quadrilha – contra a qual ainda cabe recurso – com base na teoria do domínio do fato, aplicada erroneamente pelo STF.
Fui condenado sem ato de oficio ou provas, num julgamento transmitido dia e noite pela TV, sob pressão da grande imprensa, que durante esses oito anos me submeteu a um pré-julgamento e linchamento.
Ignoraram-se provas categóricas de que não houve qualquer desvio de dinheiro público. Provas que ratificavam que os pagamentos realizados pela Visanet, via Banco do Brasil, tiveram a devida contrapartida em serviços prestados por agência de publicidade contratada.
Chancelou-se a acusação de que votos foram comprados em votações parlamentares sem quaisquer evidências concretas, estabelecendo essa interpretação para atos que guardam relação apenas com o pagamento de despesas ou acordos eleitorais.
Durante o julgamento inédito que paralisou a Suprema Corte por mais de um ano, a cobertura da imprensa foi estimulada e estimulou votos e condenações, acobertou violações dos direitos e garantais individuais, do direito de defesa e das prerrogativas dos advogados – violadas mais uma vez na sessão de quarta-feira, quando lhes foi negado o contraditório ao pedido da Procuradoria-Geral da República.
Não me condenaram pelos meus atos nos quase 50 anos de vida política dedicada integralmente ao Brasil, à democracia e ao povo brasileiro. Nunca  fui sequer investigado em minha vida pública, como deputado, como militante social e dirigente político, como profissional e cidadão, como ministro de Estado do governo Lula. Minha condenação foi e é uma tentativa de julgar nossa luta e nossa história, da esquerda e do PT, nossos governos e nosso projeto político.
Esta é a segunda vez em minha vida que pagarei com a prisão por cumprir meu papel no combate por uma sociedade mais justa e fraterna. Fui preso político durante a ditadura militar. Serei preso político de uma democracia sob pressão das elites.
Mesmo nas piores circunstâncias, minha geração sempre demonstrou que não se verga e não se quebra. Peço aos amigos e companheiros que mantenham a serenidade e a firmeza. O povo brasileiro segue apoiando as mudanças iniciadas pelo presidente Lula e incrementadas pela presidente Dilma.
Ainda que preso, permanecerei lutando para provar minha inocência e anular esta sentença espúria, através da revisão criminal e do apelo às cortes internacionais. Não importa que me tenham roubado a liberdade: continuarei a defender por todos os meios ao meu alcance as grandes causas da nossa gente, ao lado do povo brasileiro, combatendo por sua emancipação e soberania.

Fonte:  http://www.zedirceu.com.br/

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Implantação de esgotamento sanitário de Jacobina é retomada


 Empreendimento vai beneficiar mais de 50 mil pessoas da sede municipal.

No final do mês de setembro, a Embasa reiniciou a obra de implantação do sistema de esgotamento sanitário (SES) de Jacobina. O empreendimento compreende o assentamento de 80,2 quilômetros (km) de rede coletora, uma estação de tratamento de esgoto, uma estação de bombeamento, um emissário final, interceptores e linhas de recalque, além da realização de 11.845 ligações domiciliares, o que equivale a 70% de atendimento nas áreas ocupadas da sede municipal. O investimento total é da ordem de R$ 50,5 milhões e deve beneficiar mais de 50 mil pessoas.
Atualmente, parte da cidade dispõe de um sistema de rede coletora com pouco mais de seis mil ligações, que é operado pela prefeitura municipal e lança os esgotos, sem tratamento, no canal do rio Itapicuru, no trecho que corta as ruas do centro da cidade. O projeto de implantação do SES na sede municipal prevê a integração dessa rede ao sistema.
Para o gerente da unidade da Embasa de Senhor do Bonfim, Vinícius Araújo, a obra vai melhorar consideravelmente as condições ambientais de Jacobina, pois, atualmente, o rio Itapicuru é um “esgotão” a céu aberto, em plena cidade, que causa transtorno por conta do mau cheiro e do risco de proliferação do mosquito da dengue. “Quando o sistema estiver em funcionamento, vai permitir a coleta e o tratamento do esgoto, algo imprescindível para a despoluição do rio Itapicuru e qualidade de vida na cidade”, destacou.

Por Adriano Aleixo.